quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Mesmo que mude
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Blurry
domingo, 26 de julho de 2009
That song
(…) E ele costumava cantar aquela música... Aquela música estúpida que falava sobre amor. Aquela música estúpida que ele passava horas analisando e tentando entender. A música estúpida que o fez acreditar que o amor era invencível, INVENCÍVEL! Aquela música estúpida e idiota que eu odiava tanto. Aquela p*rra de música que ele ficava cantando o tempo todo e que na hora de dormir, não saia da minha cabeça! Aquela música idiota que ele sussurrou no meu ouvido naquela noite, aquela noite idiota... E agora eu entendo aquela música idiota. Nossa, eu sinto falta daquela música!
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Oi!
terça-feira, 7 de julho de 2009
Tentando apagar o Sol com a peneira
Gosto muito das luzes.
Costumo dormir com a luz apagada, mas há dias que a prefiro acesa.
Costumo deixar você de lado, mas há dias que prefiro você comigo.
E é como a luz. Te acendo, te apago. Você me ilumina, me traz escuridão.
Na hora de deitar costumo apagar a luz. Na hora de admitir, costumo manter na sombra.
Quando surge o claro, minha vista demora pra se adaptar. Na hora de te deixar tudo claro, prefiro manter tudo na escuridão.
Apago a luz, e o mesmo fazem muitas pessoas. Mas a luz da esquina continua, a luz das estrelas também.
São como os dias com você.
Eu acho que tá tudo esquecido, assim como acham muitas pessoas. Mas se eu for olhar da janela, você tá escondidinho na esquina, mas ainda está ali. Tá ali como as estrelas. Como as estrelas, que podem demorar, mas sempre aparecem. Como as estrelas, que daqui parecem tão pequeninas, mas causam um efeito enorme.
Há vezes em que tenho que trocar minha lâmpada. Queimou, sei lá.
Pode ter sido por culpa da brincadeira de ascender e apagar constantemente.
Mas o Sol está sempre ali. O dia todo iluminando, depois dá espaço pra lua. Que às vezes eu esqueço, mas só tem luz por causa dele.
Há dias que troco de pessoas. Queimaram, sei lá.
Pode ter sido culpa da brincadeira de puxar e empurrar constantemente. Mas você está sempre ali. O tempo todo me lembrando, depois dá espaço pra outros. E eu sempre me lembro que de todos, só quem tem luz própria é você.
Gosto muito de você.
Costumo te deixar apagado, mas há dias que preciso acendê-lo.
Mas de qualquer forma, você ilumina.
Meu sol.
Minha estrela.
Minha luz.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Esperança no fundo da gaveta
Eu vou à Igreja. Mas não em busca de um milagre, ou de uma ajuda. Eu não sei como tudo surgiu, ou quando. E tem dias que nem quero saber! No fundo, ninguém sabe. Eu vou porque eu sei que algo feito pela fé, por alguém que acredita, seja lá no que for, não pode fazer mal a ninguém. Eu vou porque independente de como ou quando, as coisas existem, e eu sou grata por elas. Acho que cada um acredita no que quer. Na verdade, acho que cada um acredita mesmo no que precisa acreditar. Mas quando se busca qualquer coisa com a fé, a verdadeira, tudo se expande. Não há fronteiras para fé. E é isso que eu quero pra mim, e pra todos vocês, expansão e menos fronteiras por aí! Não quero saber do que se acha certo ou errado acreditar. Mas eu quero estar num mundo onde as pessoas acreditam nas chances, que acreditam que tudo é possível. Eu vou à Igreja porque lá eu me sino bem. Eu sinto a esperança. E quer saber? Todos devem ir num lugar onde se sintam bem. Todos devem ir sentir esperança em algum lugar. É isso que eu quero pro mundo, pro meu mundo... Esperança, e gente que acredita!
quinta-feira, 26 de março de 2009
Voltando pra gaveta
Eu andei viajando um tempo. Em vários sentidos! E como ultimamente tenho sido escrava da auto-escola, escola, e de livros fúteis (que no início do ano resolvi adotar), estou sem tempo para vir aqui. O que me faz falta. Assim que minha inspiração com as palavras voltar, eu boto algo digno aqui. Enquanto isso, deixo esse trecho de um livro fantástico (e sem dúvida alguma marcante) e deixo também a foto de um dos lugares mais lindos do mundo, que eu tive o prazer de conhecer. [Cathedral Cove - Nova Zelândia]
" - Estamos perdendo tempo. Não viu que a pipa está indo para o outro lado? Hassan trincou uma amora. - Está vindo pra cá - respondeu Eu mal podia respirar e ele nem parecia cansado.
- Como pode saber? - perguntei
- Eu sei - Como? (...)
- Já menti pra você, Amir agha? De repente, resolvi implicar com ele.
- Sei lá - respondi. - Já?- Mil vezes comer cocô! - exclamou ele com ar indignado. - De verdade? Você faria isso? (...)
- Faria o quê? - Comer cocô, se eu mandasse - respondi. (...)
- Se você mandasse, faria, sim - disse ele afinal, olhando bem para o meu rosto. Baixei os olhos. Foi aí que descobri como é difícil olhar diretamente nos olhos das pessoas como Hassan, essas pessoas que dizem sinceramente o que pensam. - Mas fico imaginando... - acrescentou ele. - Será que algum dia você me mandaria fazer uma coisa dessas, Amir agha? E, com isso, Hassan me propôs um pequeno teste. Se eu ia provocá-lo, desafiando sua lealdade, ele ia fazer o mesmo, pondo em prova a minha integridade. (...)
- Não seja idiota, Hassan. Você sabe muito bem que eu não faria isso! (...)
- Eu sei - disse ele.
E esse é o problema das pessoas que são sinceras: acham que todo mundo também é."
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
1/1
Ninguém nasce uma metade.sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Rédea que acaba
Quando se é criança fazem de tudo para omitir certos assuntos trágicos: “Seu cachorro foi morar numa fazendinha muito longe daqui”, “Vovô foi pro céu, brincar com os anjinhos”. O engraçado é que você cresce e tudo vira tão banal. Tenho ouvido com freqüência o tal do “Não tenho muito mais tempo” ou “minha hora está chegando”.
É fácil lidar com a morte quando se passa por tudo de uma vez só. Na verdade, você se torna um ser humano fechado que simplesmente sofre sozinho, no escuro. Mas uma coisa que eu nunca soube lidar foi com a partida daqueles que eu julgava imortais. Sabe aquela pessoa que você nem imagina que pode morrer? Uma pessoa que pra você, vai estar sempre do seu lado. Será que somos capazes de sobreviver sem um aliado forte? Sorte de alguns terem família grande, não deve faltar apoio. Mas como toda família, grande ou pequena, existem as rédeas, que sempre sobram para alguém segurar. Aliás, tenho que admitir, é bem mais fácil nos espelharmos-nos mais fortes. O grande problema é quando esse grande e forte resolve desmoronar...
A hora de cair na real, essa é definitivamente a mais profunda e perigosa.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Tanta mudança
Será que existe alguém realmente satisfeito? Eu vejo pessoas reclamando e reclamando, o tempo todo. Eu me vejo reclamando o tempo todo. Reclamo até de pessoas reclamando! Nem sempre é fácil escrever e se sentir na realidade das suas palavras. Nem sempre é fácil escrever e perceber que no final, tudo se trata de você. E se no final, tudo realmente se tratar de você? Não sei se no fundo procuramos mesmo ações altruístas ou se só achamos a idéia bonita. Até porque quem negaria que a beleza é e sempre foi importante? Existem os diferentes pontos de vista, as diferentes belezas, mas ela acaba sempre sendo importante. Em falar em diferença, esta é outra coisa que muda nossas vidas. Acabamos sempre nos atraindo pelo diferente, pelo peculiar. Até ele cair na rotina... Deixou de ser diferente, perdeu sua graça divina. Então, se você quer sobreviver... Fique sempre mudando (ou não).
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Egocosmintrismo
Seria tão fácil se você simplesmente se sentisse... Satisfeito, de vez em quando!
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
As ex-crianças de hoje
Eu queria entender o sentido de crescer. Convivo com pessoas novas e com pessoas velhas, e muitas delas não combinam com suas idades. É tão bonito acreditar em um mundo onde o Papai Noel visita todos os lugares em apenas uma noite e esse esforço todo é só para dar presente para as crianças. Um mundo onde se aprende que nós, crianças, nascemos porque “papai e mamãe se amam muito”. Você passa horas conversando com sua Barbie, ou emitindo sons para o seu tigre de pelúcia e seu amigo, urso panda. Vê um cachorrinho na rua e logo quer levá-lo pra casa. Sua mãe briga com você por ter deixado mais uma vez o pote de danoninho na mesa da sala. Você toma refrigerante, come pipoca, e não socializa muito com o sexo oposto. Freqüenta festas que são o assunto do colégio na segunda-feira. Seu sonho é crescer e achar seu príncipe encantado, ou ser um herói com uma agenda lotada de aventuras. Você usa fantasia na rua, se sente ótimo e ainda acha que todos estão te vangloriando. Aí então, um, apenas um, dos seus desejos se realiza, e você cresce. E olha, eu juro que deixei claro que achar meu príncipe ou ter o espelho mágico da Bela era mais importante pra mim do que crescer, vai ver alguém lá em cima não escuta direito!
Hoje em dia eu sei o quão desligado o Papai Noel é, por esquecer sempre de passar em alguns lugares, deixando algumas crianças na mão. Sei também que muita criança queria o amor do pai, ou da mãe, mas não conhece nenhum dos dois. Que pais se divorciam e que existem crianças vindas de apenas um desejo momentâneo. E existem também muitas crianças que deixam de nascer, ou que são criadas pelo mundo e já nascem adultas, disso eu sei. Eu descobri que minha Barbie não escuta e que tigres comem pandas. Vejo ex-crianças com nojo dos cachorros de rua, evitando qualquer tipo de aproximação. Minha mãe ainda briga por causa do pote de danoninho, somado às brigas sobre responsabilidade, comprometimento, horários, etc. Eu ainda tomo refrigerante e como pipoca, mas bebo também uma cerveja e aprendi a comer frutos do mar, ou carnes com nomes complicados. A festa legal de antes, hoje tem muito álcool, cigarro, nenhuma comida, e uma socialização enorme entre os sexos opostos, eu diria até exagerada, algumas vezes. Meu sonho é conseguir um bom emprego, com uma casa bonita, um carro legal, e um filho malandrinho com as meninas. Eu não ando fantasiada pelas ruas, e olho estranho para quem o faz. Mas o maior de todos (e espero que dessa vez escutem direito) é que num futuro próximo, os adultos possam aprender com as crianças, e não o contrário.
Eu acabei de voltar do melhor lugar do mundo quando se trata de sonhos.
“Eu acredito em fadas, acredito, acredito”
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Gente grande

Que mania horrível essa das pessoas grandes de se sentirem pequenas!
Eu prefiro me sentir grande. Não é para menosprezar ninguém, mas se eu me sentir enorme, acabo fazendo com que as pessoas me achem, no mínimo, “de bom tamanho”. Eu procuro o meu melhor, e olha, é impossível enganar a si próprio nessas situações. Com o meu melhor eu fico satisfeita. E enquanto eu estiver satisfeita comigo, menos precisarei e procurarei nos outros. Quero somar, me vale a pena!
*Desculpem a pressa, mas as férias falam mais alto.
terça-feira, 15 de julho de 2008
Dos mais fortes ou dos mais calmos?
O mundo é dos mais fortes ou dos mais calmos? Nessa correria de hoje em dia ganha a força, ou a paciência? Ou perdem os fortes, fracos, calmos e impacientes?
De repente, chegaram as respostas, as tão demoradas conseqüências. E aí você precisa de força para agüentar, lutar, sei lá. Ou de calma, para continuar esperando uma melhora? Tem gente que gosta ou precisa se sentir forte. Tem gente que vive esperando a vida chegar. Mas de nada vale ter força e lutar desperançoso, ou, ter esperança, acreditar, e só esperar.
Esse mundo de gente tão apressada e ocupada está virado de cabeça pra baixo. Tem aquele que se acha capaz de fazer tudo sozinho e, tem aquele que ainda espera a salvação sem sair da sala da tv. E o que aconteceu com aquele que pensava, esperava, mas agia? Ou aquele que pedia ajuda? Então é isso? Somos criados e criaremos os próximos como seres auto-suficientes, auto-didáticos, auto-oxidantes, auto-mutilados, auto-destrutivos? E o que aconteceu com os pais que ensinavam a pedir opinião, a pedir desculpa, a pedir ajuda?
"Eu não preciso de opinião, nem de ajuda. O google me dá tudo isso. Eu não erro, então não peço desculpas. Eu não preciso de família, de amigos, de livros. Eu tenho internet. Eu acho e aprendo o que precisar. Eu crio amigos e detono inimigos, quantas vezes quiser. E depois, é só desligar minha vida, apagar a luz e ir dormir. Não é? É tudo muito simples. Nem sei por que ainda existem pessoas, que coisa mais desnecessária e errante."
Haja força e paciência.
P.S.: Façam este vídeo ter eco.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Pessoas e razões
Existem pessoas que aparecem para aprender, outras, para ensinar. Não há nada de mais encantador do que achar alguém que te mantenha no zero. Sim. Sem acrescentar demais, subtrair demais, mas sim, equilibrar. Não quero que esperem demais de mim, nem que esperem de menos. Quero me manter equilibrada.
Existem pessoas e existem razões.
As pessoas passam por mim.
As razões justificam meus atos.
E às vezes, tudo que você precisa é de uma razão.
Fazem-te andar, ou parar. E aí você vê alguém correndo e pensa: Será que eu justifico isso? Será que ela corre para me alcançar, ou para me passar? Talvez seja a hora de parar um pouco – ta aí sua razão. Mas então, lá na frente, encontra alguém parado: É, talvez seja a hora de correr.
De repente, tudo se trata de você. Ou não.
Eu conheço alguém que aprende e ensina. Que corre, pára, corre, e pára. Que equilibra.
E que mesmo assim, bagunça.
terça-feira, 17 de junho de 2008
Impulsos
Na hora de saque, o impulso é uma das coisas mais importantes. O impulso produzido é suficientemente grande para fazer com que a bola parta, com ou sem dificuldade. Na verdade, não vejo dificuldade nenhuma nos impulsos, nos estímulos. Se você tem uma necessidade irresistível, é claro que vai querer supri-la, e isso significa: prática de atos irrefletidos. Logo após essa ação automática (ou semi), chegam as conseqüências, os danos, ou seja, as dificuldades. Então você reflete. Essa tal de grandeza física, determinadora da ação de uma força, te mostra o quão fraco você é perto dos impulsos do seu corpo, da sua mente.
Se grandes os esforços e as vontades, você se consola. Mas e se pequenos? Menor ainda sou eu – penso – incapaz de controlar uma ação explosiva tão insignificante.
Seria o oposto de impulso, a prudência? Agir com moderação, cautela? Realmente, não h
á nada de instantâneo em estar sempre evitando causar danos.
Mas será o cuidado realmente minha solução?
Devo cuidar do futuro ou me descuidar do presente?
Então o problema não é o saque, mas o que vem depois do saque. A bola vai partir de minhas mãos, mas isso não me garante nada? Ela pode partir para qualquer lado!
Usamos os impulsos também para medir um esforço necessário para manter um corpo em movimento, ou até mesmo em repouso. Então, seria a prudência uma forma mais quieta de impulso? Bom, não que eu queira passar minha vida parada, mas viver em constante movimento seria cansativo!
Será que eu consigo dominar meus impulsos? Ou dominá-los seria a mesma coisa que deixar o “esforço necessário” do repouso vencer?
Sem graça seria viver só de impulsos, ou só da cautela. Ou eu viveria em inconsciência, ou seria um eterno protegido da vida. “Desejos violentos tem fins violentos” – sejam eles desejos de repouso ou inquietação? Abrir mão de meus impulsos seria abdicar de tudo que há de mais instantâneo na minha vida. Porém, viver só deles, seria assinar em baixo de uma vida inconseqüente, sem cálculos, só surpresas.
Quero eu morrer velho, ou novo?
Guardar a bola no armário, ou sacá-la com toda minha força pode dar no mesmo. Tudo depende se eu farei o ponto, ou não.
"Mas os impulsos aos quais não permitem saída, continuam a existir neles a tal como os rios represados, cedo ou tarde, transbordarão.” (Bertrand Russele)
terça-feira, 10 de junho de 2008
Algo de passado
quinta-feira, 5 de junho de 2008
Minhas belas estrelas
terça-feira, 27 de maio de 2008
"Pick your day"
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Tira a poeira, vai...
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Mãe
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Velho arrepio
terça-feira, 8 de abril de 2008
A escassez da água
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Teu farol
segunda-feira, 31 de março de 2008
O tal do aniversário...